“São trabalhos de longo prazo que dão resultado. Não podemos imaginar o vôlei hoje em situação inferior a outros esportes”, disse Rubinho, auxiliar técnico de Bernardinho que comandou uma equipe B entre os homens que mesmo assim faturou o ouro sem perder jogos.
No feminino de quadra, em decisão mais apertada contra as cubanas (vitória apenas no tie-break, enquanto os homens fizeram 3 a 1), o time principal em ação para se preparar para a Copa do Mundo do Japão, em novembro, que classifica para as Olimpíadas de Londres 2012. A estratégia de José Roberto Guimarães foi diferente da de Bernardinho, que optou por deixar seus titulares – com exceção do levantador Bruninho – no Rio de Janeiro treinando para a Copa do Mundo.
Na praia, a areia dura e o horário dos jogos, sempre às 13h locais (em um calor que beirava os 40 graus), não atrapalhou os brasileiros. Entre os homens, o piso menos fofo privilegia atletas mais baixos, o que fez times como da Argentina, com atletas de menos de 1,80 m de altura, ficar com a medalha de bronze – Alison, campeão ao lado de Emanuel, tem 2,03 m.
“É a preparação bem feita, com estrutura, que te faz saber mudar uma estratégia, vencer uma adversidade, durante uma competição”, disse Alison em Puerto Vallarta, sede do vôlei de praia a 350 km de Guadalajara.
Juliana e Larissa ainda tiveram um agravante: enfrentaram a torcida contra na decisão, já que a dupla mexicana Garcia e Candelas, e não foi fácil, jogo decidido no terceiro set com 22 a 20 para as brasileiras.
FONTE: IG


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